Existir é tão completamente fora
do comum que se a consciência demorasse mais de alguns segundos, nos
enlouqueceríamos. A solução para esse absurdo que se chama "eu
existo", a solução é amar um outro ser que, este, nós compreendemos que
exista.
"Não quero ter a terrível
limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: quero
uma verdade inventada."
"Suponho que me entender não
é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... Ou toca,
ou não toca."
"É difícil perder-se. É tão
difícil que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que
achar-me seja de novo a mentira de que vivo."
Liberdade é pouco. O que eu
desejo ainda não tem nome.
"O que verdadeiramente somos
é aquilo que o impossível criar em nós."
Em se tratando da minha paz, não
poderia ser diferente, Eu "CONFESSO":